Passageira denuncia importunação sexual em ônibus e suspeito é preso pela PRF na BR-153, em Gurupi

Um homem de 35 anos foi preso pela Polícia Rodoviária Federal após ser denunciado por importunação sexual contra uma passageira de um ônibus interestadual na BR-153, em Gurupi. Segundo a vítima, ele realizou toques sem consentimento e tentou abraçá-la durante a viagem. O suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil.
Uma denúncia feita por uma passageira de um ônibus interestadual levou à prisão de um homem de 35 anos por suspeita de importunação sexual na noite de segunda-feira (3), em Gurupi, no sul do Tocantins. A ocorrência foi registrada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante atendimento na BR-153.
De acordo com a corporação, a vítima informou que o passageiro sentado ao seu lado passou a fazer contato físico sem autorização, tocando repetidamente seus braços e pernas, além de tentar abraçá-la durante o trajeto.
Mesmo após a mulher mudar de poltrona para se afastar, o suspeito teria continuado tentando permanecer próximo a ela. Em uma parada para alimentação, a vítima procurou o motorista do ônibus e relatou a situação.
Diante da denúncia, o condutor seguiu até a Unidade Operacional da PRF em Gurupi, onde os policiais ouviram a vítima e uma testemunha antes de efetuarem a prisão do suspeito.
O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil de Gurupi, onde ficou à disposição da Justiça para os procedimentos legais. A passageira, a testemunha e o motorista foram liberados para continuar a viagem.
O que caracteriza a importunação sexual?
A importunação sexual é configurada quando uma pessoa pratica atos de natureza sexual sem o consentimento da vítima, como toques, abraços forçados, tentativas de beijo ou outros contatos físicos com conotação sexual. O crime está previsto na legislação brasileira e pode resultar em pena de reclusão.
Em casos semelhantes, as vítimas podem acionar a Polícia Rodoviária Federal pelo telefone 191 quando estiverem em rodovias federais. Nas cidades, a orientação é procurar a Polícia Militar pelo 190, registrar ocorrência em uma delegacia — preferencialmente uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) — ou buscar apoio por meio da Central de Atendimento à Mulher, no telefone 180, disponível 24 horas por dia.



